Tuesday, 29 January 2008
Saturday, 26 January 2008
No outro dia, no programa das gaffes de 2007 dos politicos, apareceu a tão famosa laracha do professor doutor excelentissimo dignidade altissima Cavaco, que perguntava "o que é preciso fazer..."- pausa de quem acaba de se aperceber que já disse asneira, mas pronto, está feito, está feito, não há mais nada a fazer - "...para haver mais bebés no nosso país?"
Pois bem. O presidente perguntou e Portugal respondeu.
Retirando a comparticipação na pílula.
Pois é amigas. Fui eu ladina à farmácia abastecer-me do fiel comprimidinho, com a receita na mão, já preparada para levar duas caixinhas do produto, quando a farmaceutica diz " Olhe que já nao é comparticipado, deixou de o ser no final de 2007".
Cum caraças, pensei eu. Então é esta a resposta para aumentar a natalidade? E que tal aumentar os ordenados, para que as pessoas possam relaxar fora de casa, e suportar o custo que implica ter filhos (sobretudo nos primeiros anos), com o ritmo frenético que temos, há pessoas a largar os pichaltos com meses de idade nas creches só para não perder o emprego...
Agora só falta comparticiparem o Viagra e está o plano completo.
Malandreca
Pois bem. O presidente perguntou e Portugal respondeu.
Retirando a comparticipação na pílula.
Pois é amigas. Fui eu ladina à farmácia abastecer-me do fiel comprimidinho, com a receita na mão, já preparada para levar duas caixinhas do produto, quando a farmaceutica diz " Olhe que já nao é comparticipado, deixou de o ser no final de 2007".
Cum caraças, pensei eu. Então é esta a resposta para aumentar a natalidade? E que tal aumentar os ordenados, para que as pessoas possam relaxar fora de casa, e suportar o custo que implica ter filhos (sobretudo nos primeiros anos), com o ritmo frenético que temos, há pessoas a largar os pichaltos com meses de idade nas creches só para não perder o emprego...
Agora só falta comparticiparem o Viagra e está o plano completo.
Malandreca
Thursday, 17 January 2008
Quinquilharia à recepção
É impressionante a quantidade de tralha que uma pessoa acumula ao longo da vida. Sobretudo quando vai para fora, existe uma obsessão quase compulsiva de preservar - o cumulo sendo o formol, o menos cumulo sendo uma caixa de sapatos - todos os bilhetes de cinema, todos os bilhetes de futebol, todas as bases de copos de discotecas, todas as garrafas de Martini vazias.
Isto quando se é gajo.
O mito de que as mulheres levam tudo para todo o lado foi finalmente rompido de suas amarras quando o Sr. Malandreco entrou com vários caixotes dentro de casa, nos quais constavam elementos como: uma bolinha de plastico vazia das maquinas de brindes, metade de um atacador, bases de copos de discoteca com gajas semi nuas, uma base de velas com gajas envergando poderosos seios, mas vestidas, porta chaves partidos, postais do tipo bairro alto, caixas de tabaco vazias, entre outros tantos brindes. Este homem carregou com esta tralha de lugares Europeus longíquos, deixando para trás plantas de boa vivacidade e que agora iam ficar a matar na minha varanda.
Ah. Esqueci-me de falar dos chapelinhos de festa em cores pastel...como eu gosto de tons pastel...
Hoje não há cambalhotas para ninguem.
Malandreca (sem malandrices para dar)
Isto quando se é gajo.
O mito de que as mulheres levam tudo para todo o lado foi finalmente rompido de suas amarras quando o Sr. Malandreco entrou com vários caixotes dentro de casa, nos quais constavam elementos como: uma bolinha de plastico vazia das maquinas de brindes, metade de um atacador, bases de copos de discoteca com gajas semi nuas, uma base de velas com gajas envergando poderosos seios, mas vestidas, porta chaves partidos, postais do tipo bairro alto, caixas de tabaco vazias, entre outros tantos brindes. Este homem carregou com esta tralha de lugares Europeus longíquos, deixando para trás plantas de boa vivacidade e que agora iam ficar a matar na minha varanda.
Ah. Esqueci-me de falar dos chapelinhos de festa em cores pastel...como eu gosto de tons pastel...
Hoje não há cambalhotas para ninguem.
Malandreca (sem malandrices para dar)
Thursday, 10 January 2008
Wednesday, 9 January 2008
Tuesday, 8 January 2008
Pés
Isto meus amigos,são botas de gente trabalhadora. Botas de gente rude, do campo.Gente rude, mas fina, que usam Timberland comprado em New York, tá a ver?
Isto,meus amigos, é lama. Mas lama fina. Lama com a consistencia de papa. Papa, mas cerelac. Ou então farinha Pensal, que também é mais fino e sempre sabe a cacau.
Isto é o produto de um dia de esforço árduo, a labutar desde as 6:00 (da manhã, que é para não andarem a dizer "ah e tal, isso pode ser 6 da tarde e portanto so terias trabalhado uma horita..."). Pois. Mas não. Gente rude do campo não usa formatações horárias americanadas (apesar das botas Timberland), mas sim o horário Europeu. Rude.Madrugador.Galináceo.
A Malandreca. All day long.
Friday, 4 January 2008
Pedra nos dentes
BOM ANO!
Ir ao dentista é uma daquelas coisas que temos de fazer. Como o sexo, as idas ao ginecologista ou ver uma primeira e ultima vez as Tardes da Julia.
Tirar a pedra dos dentes é das coisas mais insuportaveis que se podem fazer num dentista. Antes arrancar um dente, ou tirar uma cárie. Dores fininhas e repetidas.
Mas nada disso interessa agora.
Interessa sim é dizer que entrei no ano novo sem cuecas azuis, mas sim com umas cuecas VERMELHAS bem giraças, no alto de um monte em São Martinho do Porto, agarrada a uma botelha de Espumante (Raposeira, pois claro, marca nacional). Desses dias pouco me recordo a não ser o numero 3 e o numero 4:
3 grades de minis e 4 pessoas
Pode-se dizer que a baia de Sao Martinho é muito bonita, mas a forma da garrafa de Super Bock é ainda mais bonita.
Proximamente tornarei ao estilo que me caracteriza. Mas posso dizer que ontem li um e-mail de um senhor cujo apelido era Calhau.
Malandreca
Ir ao dentista é uma daquelas coisas que temos de fazer. Como o sexo, as idas ao ginecologista ou ver uma primeira e ultima vez as Tardes da Julia.
Tirar a pedra dos dentes é das coisas mais insuportaveis que se podem fazer num dentista. Antes arrancar um dente, ou tirar uma cárie. Dores fininhas e repetidas.
Mas nada disso interessa agora.
Interessa sim é dizer que entrei no ano novo sem cuecas azuis, mas sim com umas cuecas VERMELHAS bem giraças, no alto de um monte em São Martinho do Porto, agarrada a uma botelha de Espumante (Raposeira, pois claro, marca nacional). Desses dias pouco me recordo a não ser o numero 3 e o numero 4:
3 grades de minis e 4 pessoas
Pode-se dizer que a baia de Sao Martinho é muito bonita, mas a forma da garrafa de Super Bock é ainda mais bonita.
Proximamente tornarei ao estilo que me caracteriza. Mas posso dizer que ontem li um e-mail de um senhor cujo apelido era Calhau.
Malandreca